Foto: Kelly Fuzaro / Band

Band apresenta nova programação para 2022; veja as novidades

Em um evento voltado para o mercado publicitário e para a imprensa, a Band anunciou nesta quinta-feira (30) a grade de programação de 2022. Entre as novidades, anunciadas pelos mestres de cerimônia Glenda Kozlowski e Zeca Camargo, estão o programa de Fausto Silva, o Perrengue na Band, e o game show Mil e Uma Perguntas, comandado pelo próprio Zeca.

“O mercado pode esperar uma grade muito mais interativa com o público de casa, mais participativa. Os anunciantes terão uma janela para criar e participar de tudo que está acontecendo. A Band é uma televisão que vem se transformando e se movimentando. Mostramos para o mercado que trabalhamos para sermos melhores do que nós mesmos todos os dias. A Band, a partir de agora, precisa ser olhada de um outro patamar porque o resultado que ela vai trazer é muito maior do que trouxe até hoje”, avalia Cris Moreira, diretor geral de Comercialização do Grupo Bandeirantes.

O momento mais esperado do encontro foi o anúncio do retorno de Fausto Silva à Band após mais de três décadas. “O Faustão na Band já é uma realidade para todos nós, que estamos vivendo aqui, no dia a dia, construindo um dos maiores projetos da nossa carreira. Muitas novidades estão sendo preparadas por mais de 300 profissionais das mais diversas áreas. Vamos trazer um programa voltado para a família brasileira. Não um simples programa, mas sim uma programação com retorno da alegria aos lares brasileiros. Essa é a nossa maior missão”, garante Cris Gomes, diretor da atração. 

A partir de janeiro, Faustão na Band vai ao ar de segunda a sexta-feira, em horário nobre, diferente a cada dia. “Teremos muitas histórias, brincadeiras, humor, música e diversão na tela Band, além de recursos 3D, as melhores câmeras e computação gráfica. A alegria já tem hora e dia para voltar”, conta o diretor. 

Um dos principais pilares da Band sempre foi o Jornalismo. A emissora une credibilidade e análise dos fatos com o compromisso de levar a melhor informação, além de ser o primeiro canal a entrar ao vivo todos os dias, às 3h45, abrindo as transmissões com o 1º Jornal, comandado por João Paulo Vergueiro. Ao todo, são 12 horas de jornalismo ao vivo diariamente. Isso sem falar das emissoras espalhadas por todas as regiões do Brasil, dos correspondentes internacionais e do maior número de parcerias com agências de notícias do mundo.

No ano que vem, a Band promete chegar mais uma vez na frente com a cobertura das eleições e os debates. “O compromisso do Jornalismo da Band com as eleições cresce de dois em dois anos. A cada cobertura, novos saltos de qualidade são acrescentados para atender as expectativas do nosso telespectador, que também cresce. É uma pressão saudável. Para 2022, vamos captar com a nossa rede de emissoras próprias e afiliadas as necessidades e anseios da população durante toda a campanha e nesta perspectiva nossos debates, que também terão novidades e inovações como nas últimas eleições. Vamos expor mais completamente os candidatos e suas ideias dando melhores condições de escolha aos eleitores”, afirma Fernando Mitre, diretor nacional de Jornalismo.

O jornalismo da Band também tem seu viés social. Neste ano, a emissora fez a maior campanha do país para combater a fome, em que foram arrecadados mais de R$ 100 milhões em doações com ajuda das grandes empresas do Brasil e da audiência. Não à toa, uma pesquisa do Datafolha apontou o Grupo Bandeirantes de Comunicação como uma das marcas mais solidárias durante a pandemia.

Um dos projetos mais inovadores da Band esse ano foi o Microfone Aberto, que teve uma entrega inédita de streaming na televisão brasileira. O reality show marcou ineditismo ao conectar a audiência da TV à chegada de uma nova plataforma de vídeos curtos no Brasil: o Kwai. A busca pelo novo comentarista do Jogo Aberto gerou mais de 1,8 milhões de views e engajou mais de 97 mil inscritos a sonhar com uma vaga na mesa redonda mais irreverente do país.

Não há dúvidas que a Band é o Canal do Esporte. São quase 40 horas semanais de programação dedicada às mais diversas coberturas do esporte mundial. Destaque para as mulheres brilhando na transmissão do futebol feminino, que gerou a melhor noite de domingo em termos de audiência no dia 26 de setembro durante a final entre Corinthians e Palmeiras. No ano que vem, tem mais campeonato feminino exclusivo na TV aberta.

A NBA estará de volta para mais uma temporada do melhor do basquete mundial já a partir de 21 de outubro. E não dá para falar de esporte sem lembrar que a Band se tornou a plataforma do automobilismo brasileiro. Tem Copa Truck, Porsche Cup, Stock Car e, é claro, a Fórmula 1, que tem sido um dos grandes trunfos com números históricos aos domingos.

Tudo o que o público via de longe na Fórmula 1, e talvez não entendesse, agora pode mergulhar com Mariana Becker por um passeio pelos bastidores e grids de largada. “A F1 está vivendo um momento histórico e aqui na Band nós trazemos quem está nos assistindo para dentro desse grande espetáculo”, explica a repórter.

“Em 2022 teremos uma Fórmula 1 totalmente nova, com muito mais competidores, novos carros e talvez até 10 equipes competindo pelas vitórias e pelo título”, completa o comentarista Reginaldo Leme que participou do evento ao lado do narrador Sergio Mauricio.

Edu Guedes, que além de pilotar as panelas, é piloto na Porsche Cup, vem com mais uma temporada de The Chef em 2022.

Ticiana Villas Boas também seguirá mostrando se as mães dos famosos realmente entendem de cozinha no Duelo de Mães. Ainda tem Catia Fonseca, no Melhor da Tarde, com muito mais novidades, e uma nova temporada do MasterChef Brasil, que já é uma marca consolidada na audiência. “Em 2021, a edição teve o maior resultado de entregas comerciais da história, sempre inovando e contando com a criatividade da equipe, como o anúncio da jurada Helena Rizzo, que foi feito em primeira mão no TikTok e repercutiu em toda a imprensa”, destaca a apresentadora Ana Paula Padrão.  

Para deixar as noites ainda mais divertidas, Zeca Camargo passa a comandar o game show Mil e Uma Perguntas. “Vai ser um programa diferente. Queremos envolver os participantes e os telespectadores de outra maneira. Serão sempre duplas competindo, com muita animação e um pouquinho de tensão. A ideia é encerrar a noite com muita alegria e cultura pop”, adianta o apresentador.

Aos domingos, o clima de descontração fica por conta de Tatola GodasDennys MottaRicardinho Mendonça e Ângelo Campos, que chegam para apresentar uma atração com muito humor. “Estamos muito felizes e emocionados de estarmos aqui porque a Band é um canal de televisão que sempre assistimos. É a realização de um sonho de quatro amigos de verdade, que se conhecem há muitos anos”, ressalta Tatola, líder da trupe.

Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil

Anatel aprova leilão da exploração do acesso móvel na tecnologia 5G

A diretoria da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou hoje (24), em Brasília, o leilão das faixas a serem exploradas para a oferta de acesso por meio da tecnologia 5G, que amplia a velocidade da conexão móvel.

O leilão será no dia 4 de novembro. A direção da Anatel aprovou a proposta após análise realizada pelo Tribunal de Contas da União este mês.

Com alta velocidade e baixa latência (o tempo de resposta entre o envio e recebimento de dados), a implementação do 5G no Brasil promete trazer diversas inovações tecnológicas que serão refletidas em maior produtividade, avanços na economia e na qualidade de serviços, com diversos equipamentos eletrônicos conectados e inteligentes, como carros, máquinas industriais e aparelhos médicos. 

Diretores da Agência darão entrevista coletiva hoje à tarde para detalhar o formato do leilão aprovado.

Fonte: Agência Brasil

Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil

Governo federal propõe PL que limita remoção de conteúdos em redes sociais

O governo federal enviou ao Congresso um Projeto de Lei (PL) que limita a remoção de conteúdos em redes sociais com mais de 10 milhões de usuários. De acordo com a Secretaria-Geral da Presidência, a medida altera o Marco Civil da Internet (Lei nº 12.965/2014) e a Lei nº 9.610/1998, que trata de direitos autorais, “de forma a explicitar os direitos e as garantias dos usuários de redes sociais e prever regras relacionadas à moderação de conteúdo pelos respectivos provedores”.

No último dia 6 de setembro, o presidente Jair Bolsonaro editou uma medida provisória (MP) semelhante, que mudava essas regras, criando obstáculos para os moderadores de tais ferramentas excluírem os conteúdos que julgassem falsos, por exemplo. O ato, entretanto, foi suspenso pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no dia 14 e, no mesmo dia, foi devolvido ao governo pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco.

Segundo Pacheco, a MP tratava de assuntos que, por previsão constitucional, não poderiam ser tratados por tal instrumento legal. Atos adotados em media provisória entram em vigor imediatamente e têm 120 dias para serem aprovados no Congresso para não perderem a validade.

Assim, com o novo PL, o tema poderá ser debatido pelos parlamentares antes de entrar em vigor. Também está em tramitação no Congresso o PL 2.630/20, que visa combater a disseminação de notícias falsas em redes sociais. O texto foi aprovado no Senado e está em debate na Câmara.

De acordo com a Secretaria-Geral da Presidência, o PL encaminhado pelo governo observa os princípios da liberdade de expressão, de comunicação e manifestação de pensamento, previstos na Constituição Federal, “de forma a garantir que as relações entre usuários e provedores de redes sociais ocorram em um contexto marcado pela segurança jurídica e pelo respeito aos direitos fundamentais”.

Mudanças

Em nota, a pasta destacou que, atualmente, há cerca de 150 milhões usuários de redes sociais no Brasil, o que corresponde a mais de 70% da população. “A medida busca estabelecer balizas para que os provedores de redes sociais de amplo alcance, com mais de 10 milhões de usuários no Brasil, possam realizar a moderação do conteúdo de suas redes sociais de modo que não implique em indevido cerceamento dos direitos e garantias fundamentais dos cidadãos brasileiros”, diz.

Ainda segundo a secretaria, o PL acrescenta dispositivos que “garantem o direito a informações claras, públicas e objetivas sobre quaisquer políticas, procedimentos, medidas e instrumentos utilizados para efeito de eventual moderação de conteúdo, bem como o direito ao exercício do contraditório, ampla defesa e recurso nas hipóteses de moderação de conteúdo pelo provedor de rede social”.

Além disso, o projeto prevê o direito de restituição do conteúdo publlicado pelo usuário na rede social, em caso de remoção, e a “exigência de justa causa e de motivação nos casos de cancelamento ou suspensão de funcionalidades de contas ou perfis mantidos pelos usuários de redes sociais, bem como nos casos de exclusão de conteúdo gerado por eles”.

Finalmente, o provedor de redes sociais será obrigado a notificar o usuário, identificando a medida adotada, apresentando a motivação da decisão de moderação, as informações sobre prazos, canais eletrônicos de comunicação e procedimentos para a contestação, bem como a eventual revisão da decisão.

Fonte: Agência Brasil

VÍDEO: Band recebe investimentos do Facebook para fortalecer conteúdo jornalístico na plataforma

A Band e o Facebook firmaram um acordo para fortalecer o jornalismo na rede social. O objetivo é ampliar a distribuição de notícias na plataforma digital. O Facebook vai treinar milhares de jornalistas e apoiar veículos de notícias de todo o país. E o Grupo Bandeirantes foi um dos escolhidos para receber os investimentos ao longo de três anos.

VEJA VÍDEO ABAIXO:

Foto: Wilson Dias / Agência Brasil

Para ministro Fábio Faria, 5G resultará em US$ 1,2 trilhão em investimentos

O ministro das Comunicações, Fábio Faria, estima que a quinta geração de internet (5G) poderá resultar em um total de US$ 1,2 trilhão em investimentos diretos e indiretos no país – motivo pelo qual ele tem buscado dar celeridade ao processo que resultará no leilão das faixas destinadas à nova tecnologia.

Segundo o ministro, um outro fator a ser considerado é o avanço que o 5G proporcionará em termos de inclusão digital e social. “O Brasil não pode ficar para trás [nesse processo]”, disse o ministro destacando que o setor de telecomunicações é prioridade da pasta.

De acordo com Faria, com a internet 5G, “o problema de cobertura será eliminado do Brasil”. As declarações foram feitas durante a abertura do seminário Painel Telebrasil 2021.

Inclusão digital e social

“Precisamos fazer logo o leilão porque temos mais de 40 milhões de pessoas sem internet, que dependem dela para trabalhar, estudar, matar saudades; para receber auxílio emergencial e para se informar. Quanto mais rápido realizarmos o leilão, mais rápido conectaremos essas pessoas, dando condição mínima de inclusão digital e social a elas”, disse o ministro ao estimar que, implantada, a 5G trará, ao país, US$ 1,2 trilhão em investimentos.

Diante dessa expectativa, Faria disse ter colocado uma equipe trabalhando constantemente para responder eventuais demandas e dúvidas da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), do Tribunal de Contas da União (TCU) e Congresso Nacional. “5G não é programa de governo, mas de Estado, para fazer nosso país ser respeitado no mundo inteiro”, disse.

O pedido de celeridade foi feito um dia após a Anatel ter adiado a conclusão da análise do edital do leilão do 5G. O adiamento ocorreu após pedido de vista feito pelo conselheiro Moisés Queiroz Moreira. A data para retomada da discussão não foi definida.

O 5G é uma nova tecnologia que amplia a velocidade da conexão móvel e reduz a latência, permitindo novos serviços com conexão segura e estabilidade. Indústria, saúde, agricultura, produção e difusão de conteúdos são áreas que podem ser beneficiadas.

A proposta de leilão tem valor previsto de R$ 44 bilhões e está estruturada com foco em investimentos e oferta da tecnologia a todos os municípios com mais de 600 pessoas, e não na arrecadação de recursos para o governo.

Anatel

Também convidado para falar no Painel Telebrasil, o presidente da Anatel, Leonardo Euler, estima que, ao longo de 20 anos, “os investimentos relacionados à internet 5G vão gerar R$ 160 bilhões [em investimentos]”. Durante sua fala, Euler destacou o papel que as soluções digitais tiveram para o combate à pandemia e para a implantação de políticas públicas.

“Tivemos novos contornos a partir de soluções digitais incorporadas pelas políticas públicas. O Estado ampara os mais vulneráveis [por meio digital]. Com isso, a inclusão digital passa a ser também instrumento de solidariedade”, disse.

Propriedade cruzada

Outro convidado do painel foi o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, que defendeu a “criação de uma agência regulamentadora que abranja telecomunicações e radiodifusão, de forma a evitar propriedade cruzada”, conforme recomendado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

“A economia digital nos faz sonhar com futuro quase utópico, de crescimento sustentável e ininterrupto. Ela, com uma regulamentação necessária, promoverá o estímulo de boas práticas e a redução da desigualdade mundial nessa área [digital]”, disse Pacheco ao lembrar que a pandemia “expôs com muita clareza a desigualdade digital da nossa sociedade”.

Citando outra recomendação apresentada no relatório da OCDE, o presidente do Senado disse que é preciso enfrentar a questão tributária, uma vez que 40% dos preços de serviços de banda larga móvel são compostos de tributos e taxas.

Fonte: Agência Brasil

Foto: Guilherme Martimon/Mapa

TCU conclui aprovação do leilão da tecnologia 5G

O plenário do Tribunal de Contas da União (TCU) concluiu hoje (25) a votação da proposta da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para o leilão de exploração de serviços utilizando a tecnologia de conectividade móvel 5G. Sete ministros acompanharam o voto favorável do relator, ministro Raimundo Carreiro, confirmando o quadro de avaliação formado na semana passada. Um foi contrário. 

Após a aprovação, o documento retorna à Anatel, que deve publicar o edital em até sete dias. A previsão do governo é que o procedimento ocorra ainda em outubro e que, até julho de 2022, todas as 27 capitais brasileiras terão cobertura 5G. 

O 5G é uma nova tecnologia que amplia a velocidade da conexão móvel e reduz a latência, permitindo novos serviços com conexão com segurança e estabilidade que abrem espaço para o uso de novos serviços em diversas áreas, como indústria, saúde, agricultura e na produção e difusão de conteúdos.

A proposta de leilão tem valor previsto de R$ 44 bilhões e está estruturada com foco em investimentos e oferta da tecnologia a todos os municípios com mais de 600 pessoas e não na arrecadação de recursos para o governo.

O ministro das Comunicações, Fábio Faria, agradeceu ao ministro relator e a todos os ministros do TCU, “por compreenderem a importância do 5G para o país, que agora amplia seu potencial competitivo no mundo”. Faria disse que o edital já previa o atendimento a todas as escolas, porém o Tribunal fez um ajuste à iniciativa, recomendando o uso de valores de multas e de outorga para reforçar o atendimento. 

“Com isso poderemos, por exemplo, levar fibra óptica a escolas que seriam atendidas por satélite e aumentar ainda mais a velocidade daquelas que já possuem atendimento por rede terrestre”, disse o ministro. “Nós, do Ministério das Comunicações, acataremos essa recomendação como uma determinação e implantaremos a política pública”.

Voto divergente

O voto divergente foi do ministro Aroldo Cedraz, que pediu vistas na votação no dia 18. Ele apontou problemas de cálculo do preço da aquisição dos direitos de exploração das faixas de frequência.

“A distorção implica um enorme potencial de risco de dano ao erário na medida em que antecipa os investimentos a serem feitos pelas empresas resultando em preço mínimo dos lotes”, disse. Ele acrescentou problemas na superestimação da necessidade de estações rádio-base (nome dados às antenas de transmissão).

A equipe técnica do TCU apontou problemas no modelo do leilão, como a reserva de uma rede privativa e a ausência de obrigações de atendimento de escolas públicas. Mas essas mudanças não foram acolhidas pelos ministros.

Agência Brasil

Band é uma das empresas mais solidárias na pandemia, segundo Datafolha

Uma pesquisa feita pelo Datafolha para avaliar quais empresas foram mais solidárias durante a pandemia da Covid-19 revelou que a Band está entre as mais citadas pela população.

O Grupo Bandeirantes foi um dos mais citados quando foram feitas as seguintes perguntas:

  • – Qual marca se posicionou de forma mais positiva?
  • – Qual inspirou mais confiança?
  • – E qual foi a mais solidária com a população?

De acordo com Mauro Paulino, diretor do Datafolha, “as marcas mais citadas são as mais utilizadas no cotidiano domiciliar de cada entrevistado, aquelas que conseguiram gerar alguma iniciativa que fosse importante, que fossem vistas como importantes pela população para ajudar no combate à pandemia”. 

“Band contra a fome”

A campanha “Band contra a fome” foi uma das iniciativas da emissora para multiplicar o gesto solidário e de amor ao próximo. Com isso, é possível doar cestas básicas digitais para quem precisa, acessando o site.

Segundo o diretor do Datafolha, “a iniciativa da Band da campanha contra a fome “foi muito oportuna” e despertou ainda mais a solidariedade da população. “

Além de arrecadar uma quantia significativa, [a Band] combinou com a expectativa e a vontade da população de ser solidária e ajudar as pessoas nesse momento difícil que nós atravessamos”, disse. 

Também foi feita uma campanha do agasalho, para arrecadar roupas para os mais necessitados, entre outras iniciativas.

Reconhecimento e mudanças

Esse reconhecimento veio em meio ao impacto social e econômico, às mortes e internações, que afetaram a vida de todos os brasileiros. Assim, a maior rede de rádios do Brasil veio para abrir os microfones para o cidadão. 

A meta da equipe de jornalismo foi e é informar e conscientizar o brasileiro de forma clara e objetiva sobre como se proteger contra a Covid-19, seguindo os protocolos indicados pelos especialistas. 

Nesse meio-tempo, o Grupo Bandeirantes anunciou novos projetos, como a reformulação da grade do BandNews TV, com mais apresentadores e repórteres espalhados pelo mundo. Assim, também nasceu o Primeiro Jornal. 

Além disso, foram lançados os canais Agromais, com 24 horas de notícias dedicadas ao agronegócio, e o Sabor e Arte, com programação exclusiva sobre gastronomia. 

Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil

Ministro Fabio Faria esclarece uso de recursos para ações contra covid

O ministro das Comunicações, Fabio Faria, participou nesta quarta-feira (11) de uma audiência pública na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados para falar sobre o uso de R$ 52 milhões, destinados a peças informativas sobre a covid-19, em propaganda institucional de ações do governo federal.

O deputado Elias Vaz (PSB-GO) disse que esses recursos haviam sido alocados com a edição da Medida Provisória (MP) 942, publicada em abril de 2020, para enfrentamento da pandemia dentro do chamado “Orçamento de Guerra”, reservando recursos para a Secretária de Comunicação (Secom) com “o objetivo de informar à população e minimizar os impactos decorrentes da proliferação da doença”.

Segundo o parlamentar, em 90% das peças, verificou-se que não se tratava da finalidade da MP. Em razão disso, ele e nove parlamentares pediram, em junho, ao Tribunal de Contas da União (TCU) a apuração de eventual desvio de finalidade.

“Esse crédito extraordinário era para uma despesa extraordinária”, afirmou. “Além dos gastos colocados para combater os efeitos da pandemia, era para você discutir com a população a importância do uso de máscaras, de medidas sanitárias, entre outras, mas o que tivemos foi outra coisa: propaganda sobre crédito para empresas, auxílio para estados e municípios”, completou.

Faria disse que no entendimento do governo as peças publicitárias focaram em ações que ajudaram no combate à pandemia. De acordo com o ministro, dos R$ 52 milhões, a maior parte, R$ 40,3 milhões, foi utilizada em peças com informações produzidas pelo Ministério da Saúde. O restante foi usado em ações ligadas a abastecimento, microempreendedorismo e geração de trabalho e renda, como o auxílio emergencial.

“O dinheiro foi usado, além de explicar sobre a pandemia, para orientar a população sobre instrumentos que minimizam os prejuízos da pandemia, como o auxílio emergencial”, disse.

Na avaliação do deputado Leo de Brito (PT-AC), os recursos extraordinários não deveriam ser usados para propaganda do governo. “Quando votamos o Orçamento já tem previsão para a publicidade institucional”, disse. 

De acordo com o ministro, a atuação do governo federal mirou dois pontos: a saúde e a economia.

“Eu entendo que o impacto nas pessoas que possam perder empregos sem a MP do Pronampe [Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte]. Isso impacta a vida das pessoas; a informação como as pessoas podem ter acesso a microcrédito e auxílio emergencial é totalmente impacto da covid”, frisou.

Tecnologia 5G

O ministro também falou sobre o leilão de frequências da tecnologia de telefonia móvel do 5G, previsto para outubro. De acordo com Faria, a minuta do edital será analisada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) na próxima semana.

O ministro negou que o governo dos Estados Unidos tenha pressionado o Brasil pelo banimento da Huawei para fornecer a tecnologia 5G. Os Estados Unidos acusam a companhia chinesa de tecnologia, que tem maior participação nas redes de 5G no mundo, de espionar governos em favor da China.

“Esse edital foi feito há um ano. Qualquer mudança teria que se voltar oito meses”, disse Faria, que frisou que o leilão prevê ainda a criação de uma rede privada exclusivamente para atender aos órgãos de governo. “Em questão de espionagem ou não, vamos ter um bloco seguro aqui no governo”, afirmou.

A expectativa é que a tecnologia esteja disponível em todas as capitais até julho de 2022 e em cidades com mais de 30 mil habitantes até 2028. Outro ponto do edital é a expansão das redes de 4G, por parte das operadoras de telecomunicações vencedoras do certame para todos os municípios com mais de 600 habitantes.

Fonte: Agência Brasil

Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil

Ministério da Justiça apura propaganda enganosa da TIM sobre 5G

A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacom) do Ministério da Justiça abriu hoje (9) processo de apuração para averiguar se a operadora de telefonia móvel TIM está realizando propaganda enganosa relacionada à oferta de serviços relacionados à tecnologia 5G.

A prática de propaganda enganosa é proibida pelo Código de Defesa do Consumidor. A Lei coloca como obrigação de empresas e prestadores de serviço oferecer informações corretas, claras e inequívocas aos consumidores.

Segundo a Senacom, a empresa estaria veiculando publicidade mencionando a nova tecnologia. Contudo, ela ainda não está disponível comercialmente no Brasil. O leilão para definir a exploração das faixas e localidades está previsto para o segundo semestre deste ano.

A Secretaria já havia notificado a TIM para prestar esclarecimentos. Mas segundo o ministério esses foram insuficientes e o processo foi aberto para coletar mais informações e avaliar a possível prática de publicidade enganosa.

A TIM tem até dez dias para apresentar esclarecimentos e responder aos questionamentos apresentados pela Senacom. A Secretaria já tem abertos procedimentos de apuração contra as operadoras Vivo, Oi e Claro.

A tecnologia 5G poderá trazer uma série de melhorias ao acesso móvel à Internet, não somente na velocidade e redução da latência mas na viabilização de serviços que demandam conectividade contínua. Confira o Agência Brasil Explica sobre o tema.

TIM

Em nota, a TIM declarou que considera inapropriado o uso do termo 5G na publicidade das empresas de telefonia, mas que manteve a menção diante da prática pelas demais concorrentes.

“Diante da continuidade de outras operadoras em utilizar a expressão “5G” em suas publicidades, a TIM avaliou que não poderia ficar em desvantagem competitiva. Optou, então, por utilizar o termo de forma correta e transparente, informando que o serviço que está sendo oferecido é o 5G DSS. O complemento “DSS” se refere à tecnologia que possibilita usar as redes 4G para permitir uma experiência mais próxima do 5G, mas ainda muito distante de tudo que a quinta geração oferecerá aos usuários”, diz o informe.

Fonte: Agência Brasil